
Informações
O CITeB é uma entidade privada, sem fins lucrativos que busca o desenvolvimento e fortalecimento de empreendimentos que tenham produtos e/ou serviços voltados para a inovação e com utilização de tecnologia de ponta.O CITeB busca viabilizar o desenvolvimento sustentável, profissional e responsável do município de Biguaçu e região, através da qualificação da mão de obra de produção industrial, bem como, implementação de técnicas de gestão capazes de aumentar a produtividade e qualidade dos produtos e serviços oferecidos pelas empresas participantes do CITEB.
Objetivos
• Identificar novas possibilidades de negócios;• Apoiar as empresas na elaboração e gestão de projetos;
• Oferecer ao empreendedor um ambiente favorável para desenvolvimento e consolidação da empresa;
• Oferecer orientação em áreas estratégicas para o desenvolvimento da empresa, tais como marketing, contabilidade, legislação e captação de recursos;
• Formalizar parcerias com instituições de fomento municipais, estaduais e federais;
• Disponibilizar consultorias e treinamentos para as empresas vinculadas;
• Estimular a formação da cultura empreendedora.
Missão, visão e valores
Missão: "Promover o desenvolvimento sócio-econômico, através da inovação tecnológica e social, da articulação e do estímulo ao empreendedorismo auto-sustentável, da criação de novos negócios e do fortalecimento dos já existentes."Visão: "Ser uma referência em soluções corporativas inovadoras."
Gerência
Conselho Curador:
Presidente: Alceu de Oliveira Pinto Júnior
Vice-Presidente de Relações Institucionais: João Braz da Silva
Vice-Presidente de Tecnologia: Welington Desan
Vice-Presidente de Relações Empresariais: Carlos Costa Pacheco
Diretoria Executiva:
Alceu de Oliveira Pinto Junior(Diretor Executivo)
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Suzana Gorges (Gerente Administrativo e Financeiro)
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Biguaçu
A Cidade
Biguaçu município Catarinense que fica a 28 km de Florianópolis, capital do Estado, na região litorânea central, fazendo parte da Região da Grande Florianópolis.O principal acesso ao Município é dado através da BR101, que corta Biguaçu em uma vasta extensão.
LIMITES
Ao Norte: com os municípios de Canelinhas e Tijucas.
Ao Sul: com o município de São José.
A Leste: com o município de Governador Celso Ramos e o Oceano Atlântico.
A Oeste: com os municípios de Antônio Carlos e São João Batista.
História
O Município de Biguaçu começou a surgir quando, em 1748, imigrantes portugueses vindos do Arquipélago dos Açores e da Ilha da Madeira foram assentados no lugarejo denominado de São Miguel da Terra Firme.
Em 23 de janeiro de 1751, foi inaugurada a igreja de São Miguel Arcanjo. A provisão que nomeia o primeiro vigário, Padre Domingos Pereira Machado, para a freguesia de São Miguel é de 8 de fevereiro de 1752. Embora de caráter temporário, a freguesia de São Miguel foi a capital da capitania de Santa Catarina no período de 10 de outubro de 1777 a 2 de agosto de 1778, quando os espanhóis ainda ocupavam a ilha de Santa Catarina.
Por ato do Conselho Administrativo da Província em primeiro de março de 1833, a freguesia de São Miguel foi elevada à vila, e criado o Município de Desterro (atual Florianópolis). A instalação do Município de São Miguel ocorreu em 17 de maio de 1833.
Face à decadência econômica, aos frequentes surtos de malária, ao desmembramento de novas freguesias, São Miguel foi aos poucos perdendo seu prestígio.
No início da segunda metade do Século XIX, surgia na margem direita do Rio Biguaçu, um povoado (atual cidade de Biguaçu) que aos poucos crescia devido às terras férteis, ao trabalho dos colonos, `a construção de uma igreja e um cemitério em 1874, que resultou na criação de uma freguesia em 19 de dezembro de 1882, sob a invocação de São João Evangelista.
Lideranças políticas do Município conseguem em 1886 transferir a sede do município para Biguaçu, que fica elevada à categoria de Vila. Em 1888, por decisão do governo da Província, a sede municipal volta para São Miguel, vindo a acontecer quase no final de 1889 devido à relutância dos vereadores.
Já no período republicano, João Nicolau Born consegue junto ao Governador do Estado a mudança definitiva da sede municipal de São Miguel para Biguaçu em 22 de abril de 1894.
Origem do nome
Há algumas controvérsias quanto à origem do nome da cidade: Uma versão afirma que é de origem indígena, que significa “Biguá Grande”. Biguá é um pássaro aquático ainda hoje encontrado no rio Biguaçu.
Já o padre Raulino Reitz (in memoriam), em seu livro “Alto Biguaçu” (1988), apresenta a versão de que o nome deve-se a uma árvore semelhante ao jambolão e chamada popularmente de “baguaçu”.
Atualmente, um jornalista local, Ozias Alves Júnior, através de uma pesquisa que contou com a ajuda do Professor Aryon D. Rodrigues, um dos maiores especialistas em Tupi-Guarani do Brasil, afirma que a origem do nome Biguaçu vem da Palavra “Guambygoasu” que significa “Grande Cerca de Paus” ou “Cerca Grande” (palavra usada pelos antigos índios Carijós).
Dados Sócio-Econômicos
Nome do Município: Biguaçu
Região: Grande Florianópolis
Denominação dos habitantes: Biguaçuenses
Data de Emancipação: 17/05/1833
Superfície: 326 km²
Geologia e Solos: Biguaçu é caracterizada por planícies e tabuleiros litorâneos.
Hidrografia: A principal bacia hidrográfica do Município é a do Rio Biguaçu.
População (2000): 48.077
População (2006) Projetada: 59.097
Densidade (hab / km²) em (2000): 147,2
Colonização: Açoriana
Base Econômica: Agricultura, Turismo, Náutica e Comércio
Turismo: Reserva Indígena, Cultura Açoriana, Belezas naturais, Restaurantes, Marinas e Praias
Altitude: 03 metros acima do nível do mar
Latitude: 27.4917 graus
Longitude: 48.65556 graus
Clima: Sub-Tropical
Região: Grande Florianópolis
Distâncias dos Principais Municípios de Santa Catarina:
• Florianópolis – 21km
• Blumenau – 128km
• Chapecó – 553km
• Criciúma – 193km
• Joinville – 156km
Rodovias de ligação:
• BR-101, que liga Biguaçu a Florianópolis e Tijucas
• SC-408, que liga Biguaçu a Antônio Carlos
Turismo Histórico-Cultural
CONJUNTO ARQUITETÔNICO LUSO-AÇORIANO
O Conjunto Arquitetônico Luso-Açoriano é composto pela Casa dos Açores – Museu Etnográfico, Aqueduto e Igreja de São Miguel Arcanjo.
AQUEDUTO
O Aqueduto pode ser encontrado na Rua Maria Albertina Coan, no Balneário São Miguel (marginal da rodovia BR-101), a 7 km do centro de Biguaçu. Sua construção possui influência romana, edificado em pedra e argamassa por escravos, no século XIX, de grande importância para a região. A primeira construção do Aqueduto foi feita em madeira.
Era utilizado para canalizar a água da Cachoeira de São Miguel com a finalidade de abastecer com água potável os moradores da região, mover os engenhos ali existentes e, ainda, os navios estrangeiros que aportavam na Baía de Anhatomirim, rumo ao sul.
Com a construção da rodovia BR-101 foram demolidos os arcos, e hoje restam apenas quatro para ilustração do atrativo. Foi tombado pelo serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 14 de novembro de 1969. (sob o nº. 46, através do processo nº. 810-T-68), e compõe o Conjunto luso-açoriano, junto com a Igreja de São Miguel e a Casa dos Açores (Museu Etnográfico).
IGREJA DE SÃO MIGUEL ARCANJO
A Igreja de São Miguel foi inaugurada em 23 de janeiro de 1751. No ano de 1798, foi demolida a antiga igreja em estuque que estava em ruínas, e construída em seu lugar outra com tijolos, em estilo tipicamente luso-brasileira com frontão reto. Possui um sino doado em 1845 pelo Imperador Dom Pedro II durante sua visita à Santa Catarina.
É um monumento tombado pelo serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 14 de novembro de 1969 (tombado sob o nº. 46, em 14 de novembro de 1969, através do processo nº. 810-T-68).
Em união com o Aqueduto e a Casa dos Açores, compõem o Conjunto Luso-Açoriano de São Miguel.
Seus visitantes são os mesmos da Casa dos Açores – Museu Etnográfico, que aproveitam para conhecer todos os componentes do Conjunto Arquitetônico (igreja, sobrado e aqueduto). Seu acesso é facilitado, via rodovia BR-101, km197/198, a 7 km do centro de Biguaçu. A igreja fica aberta para visitação durante o horário da missa, às 18h nos domingos. Pode-se destacar no local a realização da Festa de São Miguel Arcanjo, que acontece no dia 29 de setembro e a Festa do Divino Espírito Santo, realizada no mês de junho.
CASA DO AÇORES – MUSEU ETNOGRÁFICO
O sobrado foi construído na primeira metade do século XIX, pelo fazendeiro e senhor de escravos João Ramalho da Silva Pereira, possuindo uma chácara com 154.704 m². A chácara conta com diversas espécies botânicas da Mata Atlântica, todas devidamente catalogadas. Já abrigou o Posto da Administração Provincial e desde 1979 é neste local que funciona a Casa dos Açores – Museu Etnográfico, restaurado em 2004 pelo Governo Estadual.
O Museu é dedicado à pesquisa, desenvolvimento e preservação da cultura de base açoriana em Santa Catarina, sendo uma instituição da Fundação Catarinense de Cultura. Possui uma biblioteca especializada, com 400 livros doados pelo Governo dos Açores, além de documentos históricos. Parte do acervo também foi doada pelo Governo dos Açores, tais como artesanato e trajes folclóricos daquele arquipélago. Outros objetos e mobiliário de época foram doados pelos antigos proprietários do sobrado, a família Madeira Reis.
Há exposição permanente de obras de artes sacras, peças que foram utilizadas na caça à baleia, réplicas em miniatura de engenhos de farinha e de cana-de-açúcar do Município e exposições temporárias. Atualmente, estão em exposição peças de crivo e renda de bilro. No local, há venda de artesanatos e livros de autores catarinenses, além de visitação de turistas e escolas monitorada por guia.
O atrativo, edificado com traços arquitetônicos de influência luso-brasileira, faz parte do Conjunto Luso-Açoriano, formado pela Igreja de São Miguel Arcanjo e cemitério; Sobrado (Casa dos Açores – Museu Etnográfico), incluindo chácara, carioca, cacimba e fonte de escravos e Aqueduto, composto pela Cachoeira de São Miguel e oficina lítica.
Tombado pelo serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 14 de novembro de 1969. (sob o nº. 46, em 14 de novembro de 1969, através do processo nº. 810-T-68).
Seu acesso é pela Rodovia BR 101 km 189, s/n – Balneário de São Miguel, ficando a 7 km do centro de Biguaçu. Aberto à visitação de terça a sexta-feira, das 8h às 18h e, sábado e domingo, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Maiores informações no telefone (48) 3243-4166 e site www.casadosacores.sc.gov.br.
ALDEIA INDÍGENA GUARANI
A Aldeia Indígena M’Guarani surgiu em 12 de outubro de 1987, situa-se às margens da Rodovia BR-101, em São Miguel. A tribo é chamada de Guarani Mbyás, que na língua Guarani significa “gente”. A aldeia possui superfície de 59 hectares e foi homologada como reserva indígena pelo Governo Federal em 05 de maio de 2003.
Conta com uma Escola Indígena Guarani Yynn Moroti Whera (água branca brilhante), na qual os alunos formam um coral muito requisitado para se apresentar em eventos.
Outra atividade desenvolvida pela escola é a educação ambiental, realizada em meio a uma trilha ecológica monitorada por guia local capacitado. Tais atividades podem ser realizadas por visitantes interessados mediante agendamento.
No quesito artesanato, os índios confeccionam diversas peças, como por exemplo, animais em madeira, colares com semente de açaí e outras sementes, cestos em bambu (miolo) e cipó, instrumentos musicais em madeira, cachimbo, arco e flecha. Esses utensílios podem ser encontrados na Casa de Artesanato Indígena.
Mais informações no telefone: (48) 3285-1049.
CENTRO HISTÓRICO
CENTRO CULTURAL CASARÃO BORN
O Casarão Born é um monumento que representa um período importante do crescimento da cidade. Possui estilo teuto-brasileiro (estilo alemão, com lambrequim em madeira por todo o perímetro da cobertura e balcão na fachada principal e guarda-corpo de ferro trabalhado).
Foi construído em 1891, por João Nicolau Born, o primeiro Prefeito de Biguaçu do qual se tem registro, e seu filho Lúcio Born para residência da família. Abrigou a sede da Sociedade Recreativa 17 de Maio, a Câmara Municipal de Vereadores e o Fórum da Comarca de Biguaçu. Compõe junto com o sobrado, o armazém (construção portuguesa) de secos e molhados à direita (atual Banco do Bradesco) e à esquerda o engarrafados de cachaça e depósito de farinha.
É um bem tombado pelo Patrimônio Histórico e Arquitetônico de Santa Catarina (Processo de Tombamento nº. 076/94; proprietários Maria Aparecida Born e Carlos Henrique Born; Notificação 051/94; Decreto nº. 1.295, de 29 de outubro de 1996; averbado em 23 de maio de 2000 e desapropriado em maio de 2003).
Atualmente abriga o Centro Cultural, espaço destinado a fomentar a cultura, composto por um centro de informações, que trabalha para informar o turista e visitante; a Academia Municipal de Letras, que estuda e propaga a literatura de forma semblântica além de dispor de aulas sobre a história do Município, uma biblioteca virtual com 10 computadores com acesso à internet, levando a todos os munícipes a oportunidade de conhecimento da informática e dois salões para exposição, destinados aos artistas da terra. Esse monumento encontra-se em frente à Praça Nereu Ramos, e a via de acesso mais utilizada é a Rua Rio Branco.
Horário de funcionamento: Aberto das 13h às 22h durante a semana, e das 13h às 17h aos sábados.
Maiores informações no telefone: (48) 3285-8061.
IGREJA MATRIZ SÃO JOÃO EVANGELISTA
A Igreja Matriz São João Evangelista está localizada na Av. Rio Branco, nº. 54, em frente à Praça Nereu Ramos. O prédio foi construído em 21 de dezembro de 1941 e possui belos vitrais pintados pelo artista plástico Adoaldo Lenzi.
Possui estacionamento próprio, e a igreja encontra-se aberta diariamente para visitação, com a secretaria funcionando em horário comercial para o atendimento ao público (terça a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h30min às 18h / sábados das 8h às 12h).
Maiores informações no telefone: (48) 3243-3130.
PRAÇA NEREU RAMOS
Na área central do Município de Biguaçu, pode-se destacar a presença da Praça Nereu Ramos. Um atrativo com uma área de 63m x 69m, e que pode ser acessada pela Rua Getúlio Vargas.
Foi construída em 1943 e apresenta-se bem conservada e limpa. Na Praça, pode-se desfrutar de uma réplica do Aqueduto (monumento em homenagem ao sesquicentenário de Biguaçu em 1984), arborização com destaque para árvore centenária (Figueira), parque infantil, banheiro público, bancos e mesas para descanso, bebedouros, lixeiras espalhadas estrategicamente e ponto de táxi.
Diariamente a praça é visitada pelos moradores do município para desfrutar de descanso e lazer. É um passeio praticamente obrigatório em final de tarde, e a melhor idade pode se divertir com os amigos nos jogos de xadrez e dominó, além de observar o burburinho da praça.
Turismo Náutico
RIO BIGUAÇU
O Rio Biguaçu nasce na serra das Congonhas em uma altitude de 778 metros, no Município de Antônio Carlos e deságua na Baía Norte, no Município de Biguaçu, defronte à Ilha de Santa Catarina, tendo como principais afluentes os rios Três Riachos, Rachadel, Farias, Ribeirão Vermelho, Louro e Saudades. A área da Bacia Hidrográfica do Rio Biguaçu é de 382 km², com uma extensão de 30 km.
Mola propulsora do desenvolvimento do município quando da colonização de seu interior, por ser a canal de escoamento da produção, o Rio Biguaçu é além de um atrativo, uma via de deslocamento potencial. Poucos lugares dispõem de ligação tão eficaz entre o litoral e o meio rural por meio fluvial. Apesar de encontrar-se assoreado, foi navegável por muitos anos em toda sua extensão, sendo possível realizar passeios de barcos de pequeno porte, remo e pesca amadora.. Pode vir a servir de ligação entre o turismo náutico, de turismo de sol e mar e turismo rural.
RIO INFERNINHO
A Bacia do Rio Inferninho encontra-se entre as bacias do rio Tijucas e do rio Biguaçu. A área da Bacia Hidrográfica do Rio Inferninho é de aproximadamente 145,46 km², sendo que grande parte encontra-se no Município de Biguaçu com 111,16 km². A altitude de sua nascente fica a 870 metros do nível do mar em uma área de preservação permanente e sua extensão é de aproximadamente 34,14 km.
A rodovia de maior proximidade ao Rio Inferninho é a Estrada Geral de Sorocaba, que percorre as margens do rio em vários pontos, possibilitando vislumbrar o seu leito cristalino repleto de pedras em meio à beleza natural que o cerca com vegetação de Mata Atlântica.
Próximo da nascente, na região do Amâncio, o relevo é acidentado formando cachoeiras e quedas d’água com fluxo de água forte; já na região de Sorocaba, nas proximidades de sua foz, as águas são mais calmas possibilitando banhos refrescantes em seu leito. Ao longo do rio pode-se praticar ecoturismo, passeios em trilhas e banho nas cachoeiras.



