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Empreendedorismo/ Sequência bem definida de propósitos

Quando se começa a ler a entrevista que Leonardo Fausto Zipf, presidente do Grupo Duas Rodas, concedeu à Revista Indústria e Competitividade da FIESC é possível entender o segredo do sucesso da empresa quase centenária. “Não foi desconectar uma geração e conectar a outra geração, mas dar sequência ao trabalho bem definido de propósitos, com fortalecimento de valores e um cuidado muito grande na execução.”


Duas Rodas Alimentos

A maior casa de aromas do Brasil foi fundada em 1925 e sua sede está em Jaraguá do Sul/ SC. A empresa familiar soube separar gestão da propriedade, assim a estratégia de crescimento é vista como construção, aperfeiçoando os conhecimentos acumulados. De forma que os resultados são cada vez mais palpáveis:


  • Entre 2017 e 2020 dobrou o faturamento

  • Em 2022 deve chegar a R$ 1,5 bilhões em faturamento

  • Possui 3 unidades no Brasil

  • Mais 4 unidades na América Latina

  • Em breve unidades nos Estados Unidos e Europa


O que está no DNA da empresa?

O conhecimento agrícola. A empresa surgiu quando os Hildegard e Rudolph Hufenüssler, os fundadores, trouxeram um destilador da Alemanha e compraram um pedaço de terra, assim começaram a produzir extrato de óleo essencial de tangerina. De forma que a parceria com agricultores e as próprias fazendas são importantes fontes de abastecimento.


Nesse sentido, atenção ao desenvolvimento de produto é solo próspero dentro da empresa. Inovação essa atrelada ao relacionamento com o cliente. “Trabalhamos em três frentes. Com inovação incremental, dentro da demanda de mercado existente e às vezes demandada pelo próprio cliente. Temos a inovação disruptiva, que oferecemos ao cliente. Pode ser algo que estará no portfólio dele daqui a 10 anos, mas é importante que ele visualize que tem capacidade de construir esse produto inovador para atender demanda futura. E temos um trabalho que não é usual. Perguntamos aos clientes quais os equipamentos que eles têm ociosos e desenvolvemos projetos para ocupar essa capacidade produtiva. Assim ele pode aumentar o portfólio de produtos sem investir muito no capex.”, explica Leonardo.


“Com essas ações, 22% do nosso faturamento vem de produtos desenvolvidos nos últimos três anos, e 12% no último ano”, finaliza.


A entrevista completa você pode ler em: https://fiesc.com.br/imprensa/empresa-boa-que-da-gosto


Fontes: @fiesc @duasrodasind




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