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Inovação/ Paleogenética, uma nova ciência



Pela primeira vez, o Prêmio Nobel de Medicina foi para a antropologia. A inovação do biólogo sueco Svante Pääbo está no estudo do aDNA, ou seja, do DNA antigo. Responsável pelo sequenciamento genético extraído dos “restos” dos seres humanos mais antigos, os Neardentais. Pääbo e colegas são considerados fundadores da paleogenética, por conta desses estudos.



Abrangência das pesquisas

As pesquisas incluem o sequenciamento humano, e também de animais e plantas, boa parte a partir dos descartes humanos. “O DNA antigo abordou questões que vão desde a origem dos primeiros americanos até a domesticação de cavalos e cães, a disseminação do rebanho de gado e as adaptações de nossos corpos – ou a falta dela – até o consumo de leite. Dna antigo pode até lançar luz sobre questões sociais de casamento, parentesco e mobilidade“, diz a matéria da Innovation & Tech Today.


Pesquisas Interdisciplinares

Para dar conta desse campo fértil, pesquisadores de campos diversos estão construindo juntos as métricas e metodologias. Embora não se possa negar os entraves pelo caminho, especialmente quanto às fontes de origem e conservação dos insumos de pesquisa.


De acordo com a matéria, “a divisão entre o mundo em desenvolvimento e as nações ricas industrializadas é especialmente gritante quando se olha para onde estão concentrados laboratórios de aDNA, os financiamentos e publicações especializadas”.


Nova ciência

O diálogo entre os pesquisadores interdisciplinares é antigo, ainda em construção. Enquanto arqueólogos e paleontólogos investigam o passado, geneticistas estão investigando os dados genômicos e biológicos por si mesmos. É inegável a contribuição que a paleogenética traz para a medicina moderna investigando o passado.


A cerimônia de premiação do Nobel será em 10 de dezembro, aniversário de morte do cientista Alfred Nobel, patrono da premiação.





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