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Sustentabilidade/ Onde a COP27 não pode falhar



A missão da 27a Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas, que vai até dia 18 de novembro no Egito, é dura. Evitar o aquecimento de 2oC até o final deste século. Essa não é uma mudança para o futuro, mas o que fazer agora. Para o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, só através de um “pacto de solidariedade climática“ é possível evitar o pior.


Para cientistas climáticos existem itens considerados essenciais que os líderes globais não podem mais ignorar: admitir que o nosso planeta está em crise e quais são as ações concretas para redução de emissão de gases de efeito estufa.


O planeta já está mais quente do que antes da revolução industrial. Esse aquecimento está impactando principalmente os oceanos, onde os impactos negativos, estão há poucos passos de serem irreversíveis. Como resultado, todo o globo sofre as consequências, independente de suas fronteiras socioeconômicas.




Embora existam países realmente comprometidos com sua responsabilidade climática, o avanço deixa a desejar por se tratar de um compromisso mundial. Desde que as emissões de gases de origem fóssil passaram a ser pesquisadas, em 1960, ela só cresceu. Praticamente quadruplicou em 50 anos.


Os cientistas não estão otimistas com a conferência climática, mas estão esperançosos de que avanços reais sejam feitos. Porque não há outra alternativa.





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