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Sustentabilidade/ Robô em massa e lixo em Marte

Conquistas inovadoras devem ser celebradas. Como a possibilidade de humanos viverem em Marte e a produção em massa de robôs domésticos - como anunciado pela Tesla em setembro. Contudo, o que podemos aprender com essas conquistas?


Cadeia produtiva

Por mais que o Optimus Robot tenha sido desenvolvido com uma mentalidade de aproveitamento, da equipe de engenharia dos automóveis aos materiais e equipamentos, bem como as funcionalidades de inteligência artificial, a questão é: O que acontece quando o modelo ficar obsoleto?




Sabe-se que indústrias negligenciaram durante anos a engenharia reversa e hoje é algo que não podemos desconsiderar. Mesmo quando o descarte está a anos milhões de quilômetros de distância e não se sabe como reciclá-los ainda. Tecnologia e Inovação não deveriam deixar pegadas para futuras gerações.


Superfície de Marte

Recentemente a NASA divulgou dados colhidos pelo robozinho Perseverance que estuda o planeta vermelho. Entre sua caminhada entrou descarte de missões anteriores, uma vez que há 50 anos os humanos mandam equipamentos para pesquisa nesse planeta.


Segundo o site Space.com, “não é a primeira vez que lixo é encontrado na superfície de Marte, porque há muitos espalhados por lá”. Estima-se algo em 15.694 libras ou 711.867.865 quilos. Ou seja, quase uma tonelada de descartes.




Até por isso que Perseverance começou a rastrear e a identificar essa pegada ambiental. Dessa forma evita que futuras missões pousem ou colidam com objetos grandes. Porém, há também os detritos de desgaste, como as rodas de alumínio da Curiosity enviada em 2011 para explorar a cratera Gale.


Ainda que hoje não se tenha a preocupação de reciclar os objetos deixados no planeta vermelho, ou nem se saiba como fazê-los biodegradáveis em território desconhecido, é um rastro humano que se forma. Pelos especialistas considerado irrisório.


Sustentabilidade

Entretanto, a produção em massa de um robô doméstico e o descarte em Marte caminham próximos quando se coloca o tema da sustentabilidade. A matéria prima dos produtos que se usa hoje chegou a ser considerado de fonte inesgotável. Hoje sabe-se que não é bem assim.


Investir em inovações tecnológicas é uma prática que deve ser cada vez mais incentivada e praticada. Disso não há dúvidas. Mas que esse processo de criação e produção inclua mais um ciclo, o ciclo da renovação. A engenharia reversa é uma proposta, que para além das questões ambientais, se mostra viável economicamente.


O que acha?


Para assistir a apresentação completa do Tesla Optimus Robot : https://www.youtube.com/watch?v=ODSJsviD_SU&t=965s




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