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TI/ Estratégias de TI contra o calor urbano



Líderes de empresas de TI estão usando a sua expertise em dados para mitigar os danos recentes do aquecimento global. Especialmente o aquecimento urbano, que tem ligação direta com o crescimento populacional.


Origem dos Dados

Entre 1983 e 2016 houve um crescimento de 200% na população que vivem em centros urbanos, impactando 1.7 bilhões de pessoas. Dados da pesquisa “Global urban population exposure to extreme heat”, feita com 13.115 cidades ao redor do mudo, pela Universidade do Arizona e publicado (estudo completo em inglês disponível em PDF) no site da PNAS - Proceedings of the National Academy of Sciences of United States of America.


O crescimento urbano impacta diretamente no aumento de:

- consumo de energia,

- poluição do ar,

- consumo de bens e serviços,

- doenças cardíacas e respiratórias,

- entre outros.


Interpretação dos dados

A partir da expertise em coleta, cruzamento e interpretação de dados, líderes em tecnologia podem - e estão - colaborando com organizações em encontrar soluções para a crise ambiental. Um exemplo é a IBM, que estudou as conexões entre a presença de copas de árvores e o efeito de ilha de calor urbano.


Ao analisar e mapear a vegetação por meio de dados de imagens aéreas, a gigante global de tecnologia descobriu áreas com mais concreto e menos vegetação, chegam a ser 10 graus mais quente do que aquelas onde há copas de árvores abundantes.


Sugestões

Em artigo para a Innovation & Tech Today, Rodin Peel, mestre em gerenciamento de dados, sugere aos líderes de TI 3 fundamentos para a criação de uma base de dados:


  • Entenda seus dados, sua estrutura e sua qualidade (e suas limitações);

  • Resolva problemas de qualidade de dados o mais cedo possível durante o ciclo de vida dos dados;

  • Compartilhe seus dados com sabedoria. Caso contrário, a linhagem (e a confiança) desses dados serão perdidas e seu valor será diluído.


Para que a informação seja realmente relevante, os dados precisam ser gerenciados e transmitidos com cuidado para aproveitar totalmente seu potencial. Além dos aspectos técnicos é importante ter clareza sobre o uso desses dados, especialmente quando uma ampla comunidade de usuários está animada para aproveitar, analisar e relatar novas descobertas a partir dessa big data.


Missão para os líderes de TI

Para o autor, agora é a hora de implementar estratégias de dados mais abrangentes, tanto dentro das empresas quanto para colaborações multissetoriais. “Se as organizações puderem fornecer conjuntos de dados transparentes que sejam acessíveis e colaborativos, continuaremos a fazer progressos para combater a crise do aquecimento urbano e criar uma sociedade mais sustentável”, diz.


Robin Peel - é mestre de gerenciamento de dados da Semarchy. Trabalhou em governança e gerenciamento de dados por mais de 20 anos, inicialmente com uma startup, depois com a Oracle Corporation, a EY e agora com a Semarchy. Suas funções incluíram modelagem de dados, implementação, treinamento, estratégia de produto e sucesso do cliente.





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