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TI/ Jogos digitais para sociabilização



Para ajudar no processo de sociabilização de crianças e jovens do TEA - Transtorno do Espectro Autista, pesquisadores do IFSC - Instituto Federal de Santa Catarina e da Udesc - Universidade do Estado de Santa Catarina, desenvolveram jogos digitais de movimento. Estudos indicaram que 1 a cada 54 crianças nasceram dentro do espectro autista, entre 2015-2020, de acordo com estatísticas estadunidenses do CDC (Central of Disease Control).


Foram apresentados os jogos T-TEA e RepeTEA. De acordo com os desenvolvedores dos jogos, “A tecnologia de jogos digitais pode ajudar a permitir o treinamento repetidas vezes, de forma orientada, interativa e lúdica. E isso pode ser potencializado quando o jogo digital requer movimento físico do autista, levando ao que se chama de ‘exergame sério’”, explicam.



Exergames

Literalmente a mescla das palavras exercício com games, os jogos eletrônicos de movimento exigem que o jogadores cumpram desafios para irem avançando nos jogos.


O T-TEA requer apenas um computador, um projetor e uma câmera. Sem sensor ou controle remoto no jogador. Pois o jogo é projetado no chão e com o acompanhamento de profissionais da saúde ou educação, são coletados os dados do aluno-paciente enquanto brincam.


Enquanto o RepeTEA, que é a versão aprimorada do aplicativo de mesmo nome disponível gratuitamente na loja virtual do Google, pede a memorização e repetição de sequências de figuras geométricas no chão. “A repetição contribui para a memória, atenção, concentração e coordenação motora. Os níveis de dificuldade - quantidade de figuras e distância - vão aumentando conforme a evolução no jogo”, dizem os programadores.


Transtorno do Espectro Autista

As dificuldades mais comuns das pessoas do espectro autista estão: comunicação e sociabilização, especialmente linguagem e fala. Professor André Bonetto, responsável pelo RepeTEA, diz que o projeto seguiu orientações repassadas por especialistas em transtorno do espectro autista consultados pela equipe, como psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.


“No caso dos jogos sérios, os principais requisitos são: evitar situações repentinas (sustos); evitar muitos estímulos ao mesmo tempo e fundos musicais; trabalhar com objetos simples; garantir a segurança do local e do jogador; e registrar os dados e desempenho do jogador.”, explica o professor.



Com: @ifsc @udesc @fapesc




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