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TI/ Mais dúvidas do que certezas pelo Metaverso




Muito se fala em investir no Metaverso. Ser pioneiro, criar ambientes onde o universo nem existe direito ainda. Aproveitar o espaço livre para experimentações e tal. Contudo, quem investe quer retorno. Ou pelo menos uma projeção do destino do capital investido. Porém, a realidade é que há menos certezas do que dúvidas nesse momento.


Esse apontamento surge em relatório interno da Meta Plataforms Inc. que diz que apenas 9% dos universos criados foram visitados por pelo menos 50 pessoas. A maioria nem visitada foi. Mesmo que grandes marcas como Adidas, Coca-Cola, Gucci, Samsung e outras tenham fincado suas bandeiras nesse ambiente, por hora, não houve retorno mensurável.


Esse contexto explica o corte de 13% da força de trabalho da empresa neste outubro/ novembro. Além de toda a fortuna do criador do Facebook estar investida no universo digital 4D, ainda tem a pressão dos acionistas e investidores. Embora Zuckerberg tenha clareza de que o Metaverso irá ser tão popular quanto os smartphones em pouquíssimo tempo, algo como 25% da população mundial até 2026, talvez sua expectativa seja muito otimista.


Churchill dizia que nenhuma crise deve ser desperdiçada, então esse momento está sendo benéfico para repensar os caminhos do Metaverso. Não só a linguagem estética, que sai de uma figuração próxima dos videogames dos anos 1990 para algo menos infantilizado, como aplicações viáveis para o dia-a-dia e formas de torná-lo acessível já que requer equipamentos e softwares próprios.


De qualquer forma, os números seguem grandiosos. Para 2024, a gestora Greyscale estima que o Metaverso alcançará até US$ 1 trilhão (ou R$ 5,5 trilhões) de receita anual.


Para saber mais: Recentemente a Infomoney publicou em seu site um especial sobre o que é e as possibilidades do metaverso, dentro e fora das telas.





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